No Verão de 1925, Gyoshû e a sua família passaram três meses em Karuizawa. Todas as noites, havia fogueiras e Gyoshû via as traças atraídas pelas chamas. Os cuidadosos desenhos de traças permanecem até hoje. Enquanto pintou cada uma deles de frente, através do esbatimento da parte de trás das suas asas, conseguiu criar uma imagem de traças a dançar. A expressão das chamas remota à descrição das chamas vista em quadros budistas e escrituras, mas o seu desenho das pontas das chamas em forma de espiral baseia-se na sua observação das chamas propriamente ditas. A escuridão do fundo, da qual ele próprio disse, “Se me perguntassem para o pintar novamente, não conseguiria obter a cor uma segunda vez,” é claramente um tom subtil que obteve após muitas tentativas e erros. Para Gyoshû, este trabalho foi a fusão de estilo clássico e observação, tudo misturado numa maior dimensão, e, por conseguinte, representativo da moda do período Taishô e consciente do realismo e simbolismo. Belo, não é? -- Desde 2012 que todos os dias apresentamos uma nova peça de arte a mais de 300000 pessoas em todo o mundo. Agora, pedimos a vossa ajuda - queremos criar uma nova versão do DailyArt, mas precisamos de 15000 dólares para tal. Neste website, encontrará mais detalhes e ajudar-nos com uma doação: http://support.getdailyart.com. Muito obrigado!